1. A procrastinação: na segunda-feira eu começo. Até quem é dotado de imensa boa vontade para organizar as próprias finanças e multiplicar o patrimônio sofre do hábito de adiar o início dos trabalhos indefinidamente.
2. A preguiça: ah, dá muito trabalho! Dá trabalho mesmo. Consumir, poupar e investir bem dá trabalho. Formar poupança leva tempo, planejar de maneira inteligente requer pesquisa de preços e resistência a certas tentações.
3. O imediatismo: aposentadoria? Eu quero é juntar dinheiro para viajar! A maioria das pessoas está mais preocupada em juntar dinheiro para viajar nas próximas férias ou com o limite do cartão de crédito do que propriamente em poupar para prazos mais longos.
4. O “mimimi”: eu não ganho o suficiente para enriquecer & etc. A renda pode até ser um fator limitador para o quanto uma pessoa pode enriquecer, mas não é preciso ter uma renda altíssima para fazer algo de bom pela sua vida financeira. Muitos problemas financeiros são mais um problema de organização e disciplina do que propriamente de renda.
5. O comodismo: ele tem talento para ganhar dinheiro, mas eu não. Uma das maiores falácias que levam à imobilidade na vida financeira é o mito do talentoso. Trata-se da crença de que se alguém tem sucesso profissional e financeiro é porque essa pessoa tem talento, é abençoada ou tem sorte.